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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Para acabar o ano, com muita pena minha. Não gosto da passagem de ano. Não gosto de fins. Não gosto de não poder evitar a passagem do tempo. Por isso, tomem lá o lado mais antigo dos Arctic Monkeys, o que sempre me faz lembrar o passado.
Mas desejo um feliz 2013 a todos os que gostam dos novos anos.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

ARCTIC MONKEYS | R U MINE?

Eles NUNCA, MAS NUNCA, fazem música de má qualidade. É que é coisa boa atrás de coisa boa. Eles são tão bons que podiam fazer álbuns só de b-sides.
Acho que este é o melhor vídeo deles.
Agora parem tudo o que estão a fazer, relaxem e apreciem.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Fotos, fotos e mais fotos do SBSR11

Mais vale tarde do que nunca, sempre ouvi dizer e neste caso aplica-se que nem ginjas: finalmente as fotos tão esperadas do SBSR11! Oh que a espera tão tortuosa pelo dia 14 valeu bem a pena ^^

Grandes macaquinhos é o que tenho a dizer ♥ Isto dito agora, porque na altura não foi agradável estar a apanhar porrada de gajos enlatados - normalmente caberiam cinco pessoas num metro quadrado e pelo milagre da multiplicação lá cabiam umas 15 (ok, estou a exagerar e não sei exactamente quantas pessoas cabem num metro quadrado). Não me lembro bem do alinhamento mas faltou a that's were you're wrong. Fora essa falta, a porrada e o pó fui para o céu e voltei.
Infelizmente não saí do palco principal - os cabeças de cartaz eram o meu objectivo. Não tenho muito a dizer: Arcade Fire não conseguem desiludir ninguém, Strokes vamos lá ver se temos cuidado com o Julian... Perdi Lykke Li e também gostava de ter dado uma olhadela a B Fachada, Tame Impala e Paus.

Paciência, tive boas surpresas:
Noiserv - que rapaz fofo, músicas adoráveis. Na minha opinião, uns dos melhores concertos a que assisti. Independentemente da multidão que lá parava, o rapaz não perdeu intimidade com quem o (ou)via. Fala muito e bem com o público, adorei.

The Walkmen - que já conhecia mas não prestava atenção, as músicas ao vivo são outra coisa.

Beirut - meu Deus, meu Deus apaixonei-me por estes! Antes, se os ouvia mudava logo de música, os acordeões e tubas não me atraiam minimamente: até os ver. Resultado final: assim que cheguei a casa pus-me a ouvir Beirut durante duas semanas.


Depois Portishead - basicamente só conhecia duas músicas. Este foi assim assim, tinham boas musicas e também outras que me davam vontade de cortar os pulsos (a mim e aos rapazes do lado). Os Kooks deram um bom concerto, apesar de achar que o Luke se mostrava demasiado, continuo a não gostar muito dele. Mostraram algumas músicas novas, o seu popzinho mantém-se para alívio de alguns.



Concluindo: foram uns três (quatro) dias do caraças :D Para repetir se o cartaz for tão bom - não me importo de comer pó






 
The Walkmen
The kooks

Beirut
Arctic Monkeys

Dois bichos


Arctic Monkeys

Arcade Fire
Portishead
Noiserv




Strokes

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Everything is coming together

Vou ver os meus macaquinhos. Finalmente!



Eu espero bem que o público do SBSR seja assim. É que, se não gritar "well I bet that you look good on the dancefloor" como o público do reading festival, eu vou ter de distribuir umas chapadas.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Suck It and See - tão bom!



O álbum dos Arctic Monkeys já foi disponibilizado na internet há mais de uma semana, mas só agora arranjei tempo para vir aqui deixar a minha opinião na blogosfera: AMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eles mudam de registo, de roupas, cortam ou deixam crecer o cabelo e a barba e tudo continua a ser bom. Deixo o facto de ser fã de lado e a minha opinião continua a ser a mesma: os moços têm talento. Facto inegável.
Suck it and See é bom de uma ponta à outra. Até a "Reckless Serenade", que não me parecera nada de especial, é excelente. Como é que eu pude ignorar aquele baixo? E, já agora, palmas para o Nick por tornar todas as músicas mais bonitas com o seu super baixo.
Eles deixaram para trás aquela atmosfera sinistra que atravessava o Humbug e adoptaram um registo mais levezinho, jovial. Lá pelo meio do álbum o som torna-se mais pesado com "Don't Sit Down 'Cause I've Moved Your Chair", "Library Pictures" e "All My Own Stunts". Esta última é a faixa que me faz me lembrar mais o Humbug pela voz arrastada do Alex e dos backing vocals do Josh Homme. E adoro de paixão o verso "been watching cowboy films on gloomy afternoons" e o fim, quando alguém grita "I'm from Highgreen, I'm from Highgreen" (a terrinha deles).
A partir daqui entramos numa zona de melodias mais ... românticas (?). "Piledriver Waltz" é simplesmente linda. Para mim, é a Mardy Bum/Fluorescent Adolescent/Cornerstone deste álbum.
Eles fecham o álbum com chave de ouro: "That's Where You're Wrong". No início quase que passa despercebida, mas de repente começa a crescer para se transformar numas das melhores músicas - à semelhança de "Certain Romance", que é também a última música do mítico Whatever People Say I am, That's What I'm Not.
Hoje não fica nenhuma música porque senão teria de pôr aqui as doze. Tenho preferidas, mas são todas boas demais para ficar de fora. Façam um favor a vocês mesmo: oiçam essa coisa tão boa.

domingo, 15 de maio de 2011

Eles não desiludem ninguém - só os parvos

Tenho de confessar uma coisa: estava com receio de que este quarto álbum dos Arctic Monkeys me fosse desiludir.
Esta inquietação não me assombrou até ouvir "Reckless Serenade". A música não é má, mas também não é nada de especial. Ao juntar isto a uma pseudo-discussão no facebook sobre a genialidade dos Arctic Monkeys - a pessoa em causa não gostou do Humbug e acha que o Suck It and See vai ser uma porcaria -, comecei então a questionar a qualidade do novo trabalho dos meus meninos.
Mas esse receio só me perturbou até há bocado, quando ouvi as duas músicas novas: "Library Pictures" e "The Hellcat Spangled Shalalala". A primeira tem definitivamente influências do álbum anterior (/Josh Homme), mas tem uma sonoridade mais pesada e rock and roll do que nunca. Para mim,  isso nota-se perfeitamente na forma como as guitarras e o baixo se combinam. Adoro como a música é entrecortada com uma melodia mais calma, à qual se segue, depois de uma contagem decrescente (!), outra vez a cadência acelerada, a postura rebelde, o solo do Alex e, para terminar, um "ip. dip. dogshit, rock and roll".
"The Hellcat Spangled Shalalala" é bem diferente da primeira e também do Humbug. É, digamos, mais leve e jovial - o shalalala shalalala ajuda muito. Será esta a Mardy Bum/Fluorescent Adolescent/Cornerstone do álbum? Parece-me uma boa candidata.

 

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Qual é o meu macaco preferido? Macaco do Árctico

Não quero ser repetitiva, mas vou ter de elogiar os Arctic Monkeys outra vez: os gajos - sim, eles já não nenhuns meninos - voltaram em grande com "Don't Sit Down 'Cause I've Moved Your Chair". Qual indie qual quê! Agora só nos dão rock and roll.
Há, na música, uma atmosfera pesada que faz lembrar o Humbug, mas é, sem dúvida, muito mais rock and roll do que qualquer música do último disco.  Acho que os back vocals contribuíram imenso para isso. É claro que as guitarras a voz do Alex e aquele riff final lindo também contribuíram para isso, mas há alguma coisa mais rock and roll do que um "uhhhhh yeah yeah yeah"?
Agora confiram lá com o vídeo abaixo se o que eu disse não é verdade. Até o estilo do Alex grita rock and roll: o corte de cabelo, os óculos de sol, o casaco de ganga, o anel no dedo mindinho...
E que bonitos que todos eles estão sem aquelas barbas monstruosas! Não era totalmente contra o cabelo comprido, mas a barba à homem das cavernas perturbava-me.

terça-feira, 8 de março de 2011

Whatever People Are Expecting, That's What It's Not

Só descobri HOJE que os Arctic Monkeys lançaram, com videoclip e tudo, uma música do quarto álbum. Ouvi-a e, ao contrário do que aconteceu no Humbug, gostei imediatamente da música.
Nos primeiros segundos, pensei que fosse uma música falsa porque quem canta é o Matt. Mas depois lá apareceu o Alex com um "brick by briiiiiick" e eu fiquei mesmo contente por, depois de meses, estar a ouvir uma música verdadeira dos meus macacos preferidos.
A letra é simples e compreensível - o Alex está a perder o british accent dele, e não o recrimino por isso. E, por causa dessa simplicidade, já há um bando de estúpidos insatisfeitos com a "Brick by Brick". Está-se mesmo a ver o que acontecerá quando o álbum sair: um monte de fãs desiludidos criticará as letras das músicas, ou as melodias, ou os cortes de cabelo dos moços e vai haver também, de certeza, muita gente que irá crucificar o pobre do Josh Homme.
Mas depois, com o passar dos dias, semanas, meses estarão todos felizes e contentes a cantar as músicas nos concertos!
Eu cá não me queixo da simplicidade. Nem tudo tem de ser complicado. As guitarras são excelentes e a voz do Alex e as vozes de fundo também.





O Hittler não gostou muito da nova música :p

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Morri e fui para o céu

O que é o capítulo da teoria hipodérmica do livro Teorias da Comunicação, de Mauro Wolf, ao lado de uma sms simples e escrita em caps lock que me foi enviada pelo outro bicho deste blogue? É lixo a partir do momento em que a sms diz: ARCTIC MONKEYS NO SBSR! E a frase? Essa é poesia para os meus ouvidos, apenas um verso que iluminou o meu dia, que aqueceu o meu coração, que me fez esquecer que amanhã tenho um exame para o qual estudei muito pouco.
Epá, foda-se o exame.
Ups, retiro o que disse (é a excitação do momento).
Agora quem se vai retirar sou eu. Voltarei amanhã, com um exame a menos por fazer, mais aliviada e com uma lista de músicas maravilhosas que eu estive a ouvir ontem durante o estudo.
Não sei como é que consegui estudar e ouvir música ao mesmo tempo. E deu resultado: consegui decorar e perceber muitas coisas.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Desliguei a televisão porque a minha consciência ambiental estava a gritar. Não gosto de gastar electricidade à toa. Uns minutos depois liguei-a e um AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH enorme saiu da minha boca. Estava a dar uma música dos meus macaquinhos do árctico e eu só vi os últimos instantes.
Tinha um pressentimento que isso ia acontecer quando desliguei a televisão. É sempre assim. Além de multitasking também tenho jeito para prever o futuro.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

ARCTIC MONKEYS | THE AFTERNOON'S HAT

Olhamos para o passado, ouvimos as músicas que eles fizeram quando ainda eram uns adolescentes borbulhentos e, apesar de termos saudades desses tempos, não podemos desejar que tudo volte a ser como era. Vibramos como antes? Não, mas continuamos a vibrar, embora de forma diferente.
Agora ouvimos melodias mais dark, vozes e guitarras que se arrastam, uma bateria menos "animalesca". Ouvimos música feita por homens de barba rija.
Eles cresceram e nós, os verdadeiros fãs, também crescemos com eles, vamos para onde eles forem porque a mudança é boa e faz parte da vida. E uma das muitas provas dessa verdade é a música abaixo.


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

ARCTIC MONKEYS | MARDY BUM

"Brianstorm" foi a primeira música dos Arctic Monkeys que eu ouvi, mas foi por causa da "Mardy Bum" que eu me apaixonei cegamente por eles. Como é que é possível que existam pessoas que não amam esta música e esta banda!?
Depois deste êxito, vieram "Fluorescente Adolescent" e "Cornerstone", as mardy bum dos outros dois álbuns, no entanto, apesar de serem excelentes músicas, nenhuma conseguiu superar esta masterpiece. Mas isto é só a minha humilde opinião de fã incondicional do Whatever People Say I Am That's What I'm Not...
Não percebo por que raio é que eles não fizeram um videoclip para esta música. Não há videoclip, mas ninguém vai ficar a chuchar o dedo porque eu, pessoa extremamente bondosa e amiga do próximo, vou partilhar com vocês esta excelente versão ao vivo.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Sono matinal

Não sou um bicho que gosta de madrugar. Não, definitivamente não.
No entanto, Análise de Dados, o terror dos alunos de jornalismo do 1º ano, obrigou-me a levantar às 6 da manhã. Estava escuro e a chover, yupi! Vá, não estava frio.
Precisava ter ouvido qualquer coisa deste género:~


Mas não me lembrei. Estava grogue de tanto sono.

sábado, 18 de setembro de 2010

ARCTIC MONKEYS | FAKE TALES OF SAN FRANCISCO


"So all that's left is the proof that love's not only blind, but deaf", take that Shakespeare.